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terça-feira, 29 de dezembro de 2015

ao meu eterno amor

Tenho saudades deste lugar. Da tranquilidade.
É na verdade uma pena ter deixado aqui tantos espaços em branco que, de certo modo, sabia que tinha a obrigação de completar. Este é o único lugar que me alegria em chorar. Normalmente, quando nos sentimos sós recorremos a pessoas, a mensagens, a lugares. Eu sempre que me senti melhor aqui. Nunca fui julgada, até quando dava de caras com a minha ridícula forma de agir. Tu foste, sem dúvida alguma, aquilo que sou hoje. Tu és o fruto de seis anos, és a minha parte doce e a minha parte fria. És a minha escrita, com vírgulas, com pontos.
Hoje, soube que tinha de voltar. Para acordar outra vez a minha escrita. Para te desejar um grande 2016.
Ao meu querido blog,
Sara Silva

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Esta economia destrói este meu psicológico mais intimo. Não sei como me pronunciar em relação a um estado que rouba pão para guardar meios monetários que contemplam a luxuria e a ostentação da nobreza deste país.
Se a classe média se encontra num estado absolutamente condicionado, poderemos dizer que a classe que lidera a base da tabela está efetivamente morta de bens necessários, esquecendo consequentemente os bens materiais que derivam apenas de meros bens superfluos mas que sabem bem a qualquer um.
Porém sempre assim será. Os grandes alimentam-se dois pequenos, já dizia o Sermão de Santo António aos peixes. Mas será que cabeças que lideram um país não conseguem crer que está errada tal teria?
Talvez tenha sempre de ser assim. Porque tem.
Olho-te. Envergonho-me. Invejo-te. Tens tudo aquilo que te posso dar, como é que não te posso invejar anjo meu. Como assim não és anjo. Se os teus olhos brilham como nunca tal vi nesta vida nem na outra. Se tu és tão puro e transparente. Calma. Não sorrias. Vou deixar de te falar. De te gastar o nome. De te comer com a vista. Que se na verdade não existem anjos eu não sei o que serás tu.
sara silva 26.02.2015

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Não sei
se és parecido comigo,
se és humano.

Eu sei bem o que me traz
aqui.
Sei que não posso fazer
perguntas.
Que não posso obter
respostas.

Mas quem sou eu para duvidar
da certeza ou incerteza humana?

Eu própria não sei
o que me trouxe aqui.
Nem sei se sou humana,
Como eles dizem.

sexta-feira, 13 de junho de 2014








A ideia atormentou-me: Acreditei por momentos que ele teria o poder de ficar comigo para sempre. Mesmo que eu já não quisesse.

domingo, 18 de maio de 2014

Nunca somos suficientemente 
bons para nós mesmos

sábado, 22 de fevereiro de 2014

Do trapo à capa e batina

De Coimbra é feita caloiros como eu, doutores como vós e outros mais. A cidade que tanto acolhe o orgulho dos estudantes, os faz sentir em casa, nos ensina a crescer. Caloira que sou, uma novata de palmo e meio, apareço pelas ruas escuras que nos enchem de carinho e que nos fazem envolver. Entendi que é impossível explicar o que constitui esta cidade, que nos ama sem dizer mas nos faz sentir amados...
Numa das minhas bebedeiras da Latada'13 cantei "porque metade do meu coração sou eu,metade é letras",e não é que é mesmo? Retirando favoritismos, calculo que estudantes desta Universidade se sintam lisonjeados ao dizer que aqui estudam.
Que já se jogaram ao Mondego.
Que já beberam uns bagaços no Troika,que já não se lembram do caminho para casa num daqueles dias muito atribulados, que já choraram ao som da Balada da Despedida... Coisas que só os estudantes daqui entendem.
É assim que posso dizer que conto os dias para honrar a Universidade em que me encontro, para vestir o Traje que me espera na Toga, aquele que me deixa coladinha no vidro sempre que passo por aquelas bandas, de olho reluzentes como quem ama.. Todavia, já sinto este meu coração apertadinho, despedaçado ao pensar que terei de deixar as praxes que me deixam entusiástica, os almoços de mãos amarradas, e mais mil e uma coisas que me deram tanto prazer a fazer.
Dado isto preciso de agradecer-te Coimbra, em nome dos estudantes, pelos amores que conquistaste, pelas amizades que nos ofereceste, pelos momentos inesquecíveis que já nos proporcionaste,um obrigado também pelos de amanhã, pelos próximos...
Vou escrever-te mais em breve,
Coimbra do meu coração, partir daqui parece-me sempre cedo demais...












Sara Silva

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Natal e Carnaval... A palhaçada é a mesma

Querendo-te ou não já te tenho. Seja nos pensamentos,seja no coração. E de qualquer dos modos eu já te quero. Não te amo mas gosto de ti. Não penso no futuro mas sei que te quero no presente. Finalmente encontro o reflexo dos meus desejos. E o melhor disto é que o desejo é mútuo e parece que o tempo parou no auge de tudo..


quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Serenata

Apertou-me a capa firme,acompanhado de um abraço forte. Emocionei-me com o momento e pensei "Quero Coimbra para sempre"

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Amor é muito mais que amar